sexta-feira, março 31, 2006

Ficção (35).

São três da manhã e percorro as ruas por onde tu passaste esperando encontrar-te a cada passo dado. Procuro a tua cara nos reflexos funestos das montras com manequins vestidos dentro; o teu cheiro na casca das árvores no meio da avenida. Chamo o teu nome, a cada vez resignando-me à tua réplica inexistente.